Novos hábitos: como ser fitness de forma segura?


É comum que, no começo de um novo ano, as pessoas comecem a estabelecer novos hábitos, e o mais comum deles é a mudança na alimentação e a prática de atividades físicas. Mas a mudança não é simples e demanda cuidado e acompanhamento profissional para que gere os resultados almejados.

Por isso, antes de iniciar qualquer atividade física, procure um médico e se informe sobre a melhor maneira de praticar o exercício. Depois disso, é preciso adequar a atividade física ou o aparelho da academia para a realidade da pessoa, sempre respeitando os limites do corpo, ou seja, sem exageros. No início, é sempre importante começar devagar, para que os exercícios gerem bons resultados, e não danos ao corpo.

O correto é fazer os exercícios duas vezes na semana, durante cerca de 40 minutos a 1 hora, no início. É preciso respeitar o tempo de adaptação do corpo à nova rotina. Depois que o corpo se adaptar, os exercícios podem se intensificar, mas nada exagerado. Lembrando que é preciso mudar também os hábitos alimentares, para que o resultado aconteça, assim como ter boas horas de descanso.

Cuidados importantes para quem pratica atividades físicas

Use tênis adequados durante as atividades físicas

Parece algo simples, mas muitas pessoas acabam não tomando esse cuidado. É necessário usar tênis apropriados para praticar exercícios. Use tênis com amortecedores, para que, ao fazer os exercícios, o impacto não cause lesões. Se possível, sempre experimente o calçado antes de comprar.

Faça alongamentos antes e depois da atividade física

É muito importante realizar alongamentos para que o músculo receba bem os exercícios, mas também é necessário fazer os alongamentos depois de praticar o exercício. Isso evitará lesões nos músculos, estiramentos e desgaste do corpo.

Priorize a variedade de exercícios

É importante variar os exercícios, dessa maneira, a pessoa evitar forçar os mesmos membros e músculos, evitando possíveis lesões e microfraturas.

Respeite os limites do seu corpo

Se sentiu alguma dor, pare e não force mais a região dolorida. Faça um alongamento ao sentir um desconforto. Caso não resolva, procure a ajuda de um profissional para saber como solucionar o problema.

Beba bastante água

É um cuidado básico, mas que precisa ser reforçado, pois muitas pessoas não possuem o hábito de consumir uma quantidade de água que o corpo precisa. O consumo de água é importante para se manter hidratado e manter os nutrientes na corrente sanguínea.

Priorize o acompanhamento de um profissional ao realizar atividades físicas

Mudança de hábitos é sempre algo que demanda tempo, e com relação à prática de exercícios físicos, é importante respeitar o limite do corpo e não forçar demais os músculos, evitando, assim, lesões. Mas, se acontecer alguma lesão, é necessário buscar ajuda de um profissional, como um fisioterapeuta, caso a lesão seja séria.

Fonte: blog.smcare.com.br

5 curiosidades sobre a meditação: inspire, expire e aprenda!


A meditação têm ocupado cada vez mais espaço na vida e na rotina das pessoas. E não é de hoje que a atividade começou a conquistar o público. De acordo com matéria publicada pela Época Negócios, aplicativos de bem-estar mental e meditação e até mesmo mindfulness foram os mais populares na Apple Store em 2018. Ou seja, a cada dia que passa, mais pessoas reconhecem o poder que o cuidado com a mente pode trazer para a nossa vida.

Claro, com a pandemia de coronavírus a busca por atividades de bem-estar cresceu ainda mais!

O portal o Globo revelou que a procura pela palavra meditação no buscador Google cresceu a um nível recorde durante os seis primeiros meses do ano.

A saúde mental e o bem-estar estão sendo considerados como primordiais na nossa sociedade. E é ótimo que as pessoas estejam buscando mais informações para levar a prática da meditação para o dia a dia.

Mas, com esse aumento, muitas pessoas surgem com curiosidades sobre a meditação.

E, para facilitar essa busca por bem-estar e pelos benefícios da meditação, nós elaboramos um pequeno guia com as principais curiosidades de quem está buscando a transformação que essa atividade traz para a vida!

Vamos aprofundar um pouco mais o conhecimento sobre meditação e ver se conseguimos responder às suas curiosidades?

1. Preciso relacionar a meditação com religião?

Apesar de a prática da meditação ter as suas raízes em religiões orientais, como o budismo, já que ela se tornou o foco da tradição budista há mais 2.600 anos, atualmente ela já adquiriu outras formas.

Portanto, quem busca a prática da meditação não precisa se desvincular das crenças que já possui. O foco da prática pode ser simplesmente a busca por mais saúde mental, autoconhecimento e relaxamento.

2. A meditação pode reduzir o estresse?

Sim! Esse é um dos principais benefícios da meditação e muitas pessoas acabam buscando pela prática exatamente para se livrar do estresse.

A questão é que a prática regular de meditação pode equilibrar os nossos hormônios, reduzindo a geração de cortisol (hormônio do estresse) e proporcionando uma sensação de bem estar.

Em matéria publicada na Veja Saúde, afirma-se que “cerca de 30 minutos por dia de mindfulness, durante dois meses, já fazem efeito contra o estresse, de acordo com um estudo liderado pela neurocientista Sara Lazar, da Universidade Harvard”.

Incrível, não é?

Mas é importante entender que os benefícios em praticar meditação vão além de apenas a redução do estresse.

Algumas dessas vantagens são:

  • Diminuição dos sintomas de ansiedade.
  • Redução dos sintomas de depressão.
  • Aumento da capacidade de foco.

Entre outras!

3. Para meditar eu preciso “não pensar em nada”?

Um grande mito da meditação é que a prática envolve o “não pensar em nada”.

A verdade é que é quase impossível você não pensar em nada e a prática da meditação não está relacionada exatamente a isso.

O ponto da meditação é a fluidez do pensamento, afastando os problemas da nossa mente através de técnicas de meditação e até mesmo de mantras.

Assim, é possível não focar nos problemas e nos pensamentos que vão, com certeza, passar pela sua cabeça no momento da prática.

4. Meditação precisa ser silenciosa?

Nem sempre! Muitas práticas de meditação fazem o uso de mantras, conforme comentamos anteriormente.

É claro que o silêncio auxilia no seu processo de limpeza da mente. Portanto, na hora de praticar, é importante que você encontre um local onde os barulhos não sejam um obstáculo para a sua prática.

Mas lembre-se: o silêncio não é o personagem principal da meditação. Está tudo na sua própria mente.

5. Como começar a meditar?

Muitas pessoas tem dificuldade em começar a meditar sozinhas. Isso acontece porque o foco que a prática exige depende, muitas vezes, de algum profissional auxiliando o praticante.

Uma dica essencial para quem está começando é: busque ajuda de quem tem experiência na prática.

Diversos estúdios oferecem aulas de meditação, além de que hoje em dia, com a internet e as novas tecnologias, ficou muito mais fácil encontrar opções de meditação online, que podem sim auxiliar você no início da prática.

Vamos começar a praticar?

A meditação pode ser uma atividade transformadora quando você ultrapassa a barreira inicial da prática.

Começar pode ser desafiador, mas os benefícios que a meditação traz para o nosso dia a dia são únicos e valem à pena!

 

Fonte: gayabemestar.com.br

Salada no inverno: como fazer receitas nutritivas e aconchegantes?


Salada no inverno não combina. Provavelmente você já ouviu ou até já disse isso, mas o que talvez você não sabia é que esse prato pode fazer parte do seu cardápio, inclusive, na estação mais fria do ano. Quer saber como? Nós da Liv Up te mostramos e, ainda, apresentamos algumas receitas práticas para manter uma alimentação saudável.

Salada no inverno? Sim!

Em suma, o frio nos deixa com mais fome. Nosso corpo gasta mais energia para nos manter aquecido e, como resultado, a gente procura alimentos que dão mais energia, e também nos aqueçam. Pratos mais pesados como massas, fondues e as sopas são clássicos no inverno, já as saladas acabam ficando de fora do cardápio, afinal a sua refrescância não dá água na boca em baixas temperaturas. Mas, acredite, dá para comer com gosto salada no inverno.

A primeira dica é tentar variar a forma como a salada é consumida. Em vez de colocar a alface, o tomate e a cenoura, por exemplo, em um prato e comê-los, você pode colocar esses mesmos ingredientes em um wrap e adicionar um frango grelhado. Outra opção é grelhar os legumes e adicionar temperos ao molho, como pimenta e gengibre, para trazer a sensação de calor ao corpo.

Além disso, aposte em vegetais no vapor ou grelhados, grãos cozidos, como grão de bico, feijão branco e lentilha e faça um arroz mais elaborado com legumes e vegetais. Porém, se seu inverno não pode deixar de ter aquele sopa e caldo saborosos, então pense em opções que tenham hortaliças, legumes, carboidratos e proteínas.

Ingredientes quentes e folhas combinam?

Como dissemos no item anterior, a sua alface pode combinar perfeitamente com um frango grelhado. Se quiser incrementar, você pode fazer uma salada caesar com crocante de parmesão, que tal? No site Panelinha, da chef Rita Lobo, você aprende o passo-a-passo para preparar essa salada no inverno.

Mas se de fato você quiser uma opção um pouco mais elaborada misturando ingredientes quentes e folhas, mas sem precisar de uma carne como acompanhamento, vale a pena fazer uma salada de lentilha com tomate cereja e rúcula. Confira como fazer a receita:

Ingredientes

  • 01 copo de lentilha cozida e escorrida (caroços inteiros)
  • 1/4 de cebola picada
  • 1 xícara de água
  • Limão ou vinagre
  • 08 tomates cereja picados ao meio
  • Folhas de rúcula a gosto
  • Cheiro verde picado a gosto
  • Azeite extra-virgem
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Primeiro, ferva a água e em seguida coloque a cebola picada na panela. Desligue o fogo e deixe cozinhar por cerca de três minutos.

Logo depois, escorra a água e tempere com sal, limão/vinagre e azeite. Acrescente o tomate cereja e o cheiro verde.

Por fim, junte a lentilha à essa mistura e coloque as folhas de rúcula. Sua salada está pronta para ser saboreada.

E salada quente, tem como fazer?

É claro que dá para fazer diversas saladas quentes super práticas no inverno. Uma opção é fazer repolho agridoce assado e, para completar o prato, acrescentar uma carne. Ou, ainda, uma acelga refogada com laranja e castanhas de caju, servida com um salmão. As duas receitas do Panelinha são super fáceis de preparar, mas que tal saber como se faz a acelga refogada?

Ingredientes

  • ½ maço de acelga
  • caldo de 1 laranja-baía
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • ¼ de xícara (chá) de castanhas-de-caju
  • 1 dente de alho
  • 1 colher (chá) de amido de milho
  • sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de preparo

Primeiramente, faça o pré-preparo. Separe as folhas do maço de acelga e lave-as sob água corrente. Em seguida, empilhe as folhas em uma tábua e corte em quadrados, mais ou menos, de 3 cm. Pique o alho fino e, grosseiramente, as castanhas-de-caju.

O segundo passo é misturar, em uma tigela, o amido de milho no caldo de laranja. Misture bem até dissolver.

Em seguida, leve uma frigideira grande ao fogo médio. Quando aquecer, regue com azeite e, posteriormente, acrescente o alho e mexa por apenas 1 minuto. Logo após, junte a acelga fatiada, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e misture bem. Regue com a mistura do caldo de laranja e amido de milho, misture e deixe cozinhar por mais 5 minutos, mexendo de vez em quando, até a acelga murchar bem e o caldo engrossar.

Finalmente, desligue o fogo, misture a castanha-de-caju picada e sirva em seguida.

 

 

Fonte: blog.livup.com.br

VANTAGENS DE FAZER EXERCÍCIO FÍSICO NO INVERNO


Coloque as mãos no ar quem quiser abandonar o conforto do sofá, manta e a chávena de chá quente nos meses mais frios! Uma coisa é certa, nunca é muito fácil encontrar a motivação para fazer exercício no exterior com baixas temperaturas, mas fazê-lo pode tornar-se extremamente benéfico. Vista-se de forma a se proteger do frio e vá para o exterior.

Irá queimar mais calorias

Treinar ao frio queima mais calorias: quando se exercita num clima frio, o seu corpo esforça-se mais para regular a temperatura. Existem também diferentes tipos de gordura no seu corpo que o frio afeta de diferentes formas: branca, castanha e uma mistura das duas. A gordura branca é a gordura corporal indesejada, enquanto a gordura castanha (ou marrom) é o tecido metabólico que queima calorias.

Alguns estudos chegaram à conclusão que expor os corpos a baixas temperaturas pode fazer com que a gordura branca passe a castanha.

Irá tornar o seu coração mais feliz

Quando está frio, o seu coração trabalha mais para distribuir o sangue ao longo do seu corpo. Enquanto for saudável, fizer exercício de forma regular, poderá tornar o seu coração mais forte – dando ao seu corpo maiores níveis de resistência em treinos futuros.

Irá aumentar o seu bem-estar emocional

Pense num passeio no parque, com ar fresco e neve a cair. É refrescante, estimulante e totalmente anti-stress. Levar o seu treino até estes elementos, especialmente quando o sol de inverno está a brilhar, pode fazer com que não sofra do Transtorno Afetivo Sazonal que é um tipo de depressão relacionado com os meses mais escuros e frios. Como o seu corpo se esforça para aquecer, os seus níveis de endorfina começam a aumentar, deixando-o(a) mais feliz e leve depois do seu treino.

Irá tornar-se um expert em aquecer-se

Não há nada como um dia de inverno com baixas temperaturas para treinar a sua técnica de aquecimento. Um aquecimento adequado irá ajudá-lo a ter um corpo solto e flexível preparado para se ambientar aos elementos frios que o(a) rodeiam, evitando também eventuais lesões. Comece a marcha, faça alguns jumping jacks durante alguns minutos para o seu coração começar a bombear sangue para os seus músculos.

Já está aquecido para receber a ideia de um treino no inverno? Não há nada como as suas bochechas ficarem rosadas depois de receber o ar fresco, mas é importante que se mantenha em segurança quando treina no exterior.

Indicamos, por isso, algumas dicas para quando realizar exercício ao ar livre no inverno:

  • Mantenha-se hidratado.

O seu corpo também irá suar a baixas temperaturas; acontece apenas que o seu suor é libertado mais facilmente para o ar frio e seco. Beba muita água antes, durante e depois da sua rotina de exercício – não espere até ter sede.

  • Utilize camadas leves de roupa.

Nunca irá correr com o seu casaco grande de inverno. Em vez disso, utilize camadas leves. A primeira deverá ser feita com material sintético para manter a humidade longe do corpo. A segunda deve ser isolante (lã é melhor do que algodão para manter o seu corpo quente) e a camada de cima deverá ser à prova de vento e água.

  • Cubra as extremidades.

Cubra as suas mãos e orelhas com luvas e um gorro. Se a sua pele começar a sentir dor ou dormência, especialmente o seu nariz e queixo, será melhor proteger também essas zonas com produtos adequados.

 

 

Fonte: www.holmesplace.com

6 benefícios da Pitaya, principais tipos e como comer


Um dos benefícios da pitaya é ajudar a emagrecer, por ser uma fruta pobre em calorias e rica em fibras, mas ela também tem outros benefícios, especialmente relacionados ao seu poder antioxidante. Essa fruta ainda protege as células, ajuda na digestão, na pressão e combate a anemia porque é rica em vitaminas e minerais.

A pitaya tem sua origem na América Latina, é o fruto de um cacto e é considerada uma fruta tropical, tendo um sabor suave, como uma mistura de kiwi e melão. Seus principais benefícios incluem:

  1. Proteger as células do organismo, pois é rica em antioxidantes que protegem contra o câncer;
  2. Ajudar na digestão devido à presença de sementes na polpa;
  3. Combater doenças cardiovasculares, pois as sementes contêm ácidos graxos essenciais como os ômega 3;
  4. Regular o intestino pois tem oligossacarídeos, que são fibras que combatem a prisão de ventre;
  5. Regular a pressão arterial, por ser uma fruta bastante rica em água que estimula a produção de urina, reduzindo o acúmulo de líquidos no organismo;
  6. Combater a anemia e osteoporose por conter vitaminas e minerais importantes como ferro, fósforo, vitaminas B, C e E.

No Brasil, a pitaya pode ser encontrada de dezembro a maio na região sudeste. Além disso, é muito cultivada no resto da América do Sul, Israel e China.

Principais tipos de pitaya

Existem 3 principais variações da fruta:

  • Pitaya branca: tem casca rosa e é branca por dentro, sendo a mais fácil de encontrar no Brasil;
  • Pitaya vermelha: tem uma cor rosa-avermelhado por fora e é rosa-vermelha-púrpura por dentro, sendo também encontrada no Brasil;
  • Pitaya amarela: tem a casca amarela e é  branca por dentro, sendo mais comum na Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela.

Todas elas contém inúmeras sementes pretas comestíveis distribuídas em toda sua polpa.

Pitaya ajuda a emagrecer?

Além destes benefícios,a pitaya também pode ajudar a emagrecer porque quando consumida gera uma ação termogênica, que estimula o metabolismo, ajudando assim a eliminar gorduras e também controlar o apetite.

A pitaya tem ainda uma substância chamada de tiramina, que ativa um hormônio no organismo chamado glucagon, estimulando o próprio corpo a utilizar as reservas de açúcar e gordura e transformá-las em energia.

Como comer a fruta pitaya

Para comer a pitaya deve-se cortar a fruta ao meio, e comer somente a sua polpa. A polpa da pitaya também pode ser usada em saladas, para preparar suco ou vitamina, geleias, sorvetes ou doces.

Sorvete de pitaya

Esta receita de sorvete de pitaya é boa para emagrecer porque não tem açúcar, e a pitaya é uma fruta com poucas calorias, que ajuda a controlar o apetite e acelera o metabolismo.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de polpa de pitaya
  • Adoçante em pó a gosto
  • 1 xícara de creme de leite light
  • 4 claras em neveMisturar os ingredientes e colocar em uma vasilha com tampa. Levar ao freezer por cerca de 2 horas. Bater com o auxílio de uma batedeira e voltar ao freezer até a hora de servir.

    Além de emagrecer, a pitaya é boa para ajudar a regular o intestino e facilitar a digestão.

 

 

Fonte: tuasaude.com

10 maneiras de seguir uma alimentação saudável


Confira dicas acessíveis para prevenir por meio da alimentação saudável enfermidades em ascensão como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas.

1. Faça dos alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

Predominantemente de origem vegetal, são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar sustentável. Inclui variedades de todos os tipos de grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes. Também inclui variedades dentro de cada tipo de feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

2. Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades

Utilizados com moderação ao temperar e cozinhar alimentos in natura ou minimamente processados, esses ingredientes contribuem para tornar a alimentação mais saborosa sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.

3. Limite o consumo de processados

Ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Podem ser consumidos (em pequenas quantidades) como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

4. Evite o consumo de ultraprocessados

O consumo de ultraprocessados é desencorajado por diversos motivos: são nutricionalmente desbalanceados, favorecem o consumo excessivo de calorias, contém aditivos industriais e excesso de gordura, açúcar, sódio, entre outras substâncias nocivas à saúde. São produtos como biscoitos doces e salgados, sucos em pó, refrigerantes, temperos prontos, embutidos, salgadinhos de pacote e guloseimas, entre outros.

DICA: De acordo com a cartilha Alimentação cardioprotetora, uma boa forma de identificar um alimento ultraprocessado é observar a lista de ingredientes na embalagem do produto. Em geral, se são descritos cinco ingredientes ou mais, o alimento é classificado como ultraprocessado, especialmente quando os ingredientes são basicamente formulações industriais ou com nomes desconhecidos.

5. Coma com regularidade e atenção, em ambientes apropriados, sempre que possível, com companhia

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade. Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia e amplie o desfrute o prazer da alimentação.

6. Faça compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7. Desenvolva, exercite e partilhe habilidades culinárias

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e comece a cozinhar.

8. Planeje o uso do tempo parar dar à alimentação o espaço que ela merece

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

9. Quando estiver fora de casa, dê preferência a locais que servem refeições feitas na hora

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

10. Seja crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie criticamente o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, principalmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

DICA: Fique atento às informações em destaque na embalagem, como “zero açúcar”, “livre de gorduras trans”, “natural”, “caseiro”, “igual ao da vovó”, pois isso não significa que o produto é saudável.

 

 

Fonte: saudebrasil.saude.gov.br

4 excelentes motivos para comer + frutas


As frutas oferecem vitaminas e mineiras necessários para manter nosso organismo livre de doenças. Isso já seria um motivo de ouro para adicioná-las à dieta.

As frutas oferecem vitaminas e mineiras necessários para manter nosso organismo livre de doenças. Isso, por si só, já seria um motivo de ouro para que fossem adicionadas à nossa dieta, já que uma vida saudável passa por uma alimentação balanceada — e por outros hábitos que já destacamos por aqui, como a leitura, a oração (sim, a saúde espiritual é muito importante e não pode ser deixada de lado) e a prática de exercícios físicos.

Uma pesquisa feita pela Imperial College London, no Reino Unido, revelou que o consumo diário de fruta (e verdura e legume) evitaria até 7,8 milhões de mortes prematuras. O levantamento, publicado na revista científica Journal of Epidemiology, mostrou que até pequenas quantidades já garantem benefício para a saúde.

A nutricionista Ana Cláudia Montezino deu 4 excelentes motivos para comer frutas e nós, que prezamos muito pelo seu bem-estar,  listamos essas razões. Bom apetite!

1. Melhora o humor

Muitos alimentos contribuem muito para nosso estado de espírito. Esse é o caso da banana. Ela é um alimento que ajuda na produção serotonina e ainda possui outros dois nutrientes ~ o magnésio e a vitamina B6 ~ que também fazem a regulação da parte neurotransmissora, ajudando a melhorar o humor.

Adicione a banana à sua dieta, mas com moderação. “Não ajuda comer uma dúzia, uma é suficiente. Tem uma carga glicêmica bem alta, essa questão do diabetes, é preciso ter cuidado”, pondera Ana Claudia.

2. Ajuda na absorção de nutrientes

Todas as frutas têm seus nutrientes. Aqueles que são ricos em vitamina C, como a laranja, o limão e o morango, ajudam na absorção de ferro, por exemplo. Já a vitamina D, presente em peixes e gemas de ovo, contribui para a absorção de cálcio.

“É importante falar que nós precisamos de um intestino bem saudável, em questão de flora, para ajudar nessa absorção”, ressalta a nutricionista.

3. Reduz a fome

É isso mesmo que você leu. O abacate é um alimento que reduz bastante a fome por ter muita presença de gordura, gerando saciedade.

4. Controla o colesterol

Uva, morango, tomate e caqui auxiliam bastante no controle do colesterol. E não fica só nisso. Frutas com tom avermelhado contêm flavonoides, que também ajudam a manter uma boa saúde do coração, combatem a osteoporose, possuem ação anti-inflamatória, dentre outros benefícios.

Os pigmentos dos alimentos dizem muito sobre seus benefícios, sabia? Escrevemos um interessante artigo sobre o assunto, que deixamos como sugestão de leitura.

Há quem adote, por conta da rotina atribulada, uma dieta menos saudável, exagerando nos fast foods e nas comidas industrializadas. Mas não se brinca com saúde, gente!

Em situações como essa, uma reeducação alimentar vem bem a calhar. Não é difícil, garantimos, e você pode começar com estes 7 passos simples. É preciso tomar todos os cuidados para que tudo esteja em ordem, tendo uma vida mais ativa e adotando hábitos saudáveis, como reeducação alimentar, sugerida pela nutricionista Ana Cláudia Montezino em entrevista à Boa Vontade TV.

 

 

FONTE: www.boavontade.com

A importância dos alongamentos


Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.

Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.

Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.

Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.

Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.

Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:

-reduzem as tensões musculares;

-relaxam o corpo;

-proporcionam maior consciência corporal;

-deixam os movimentos mais soltos e leves;

-previnem lesões;

-preparam o corpo para atividades físicas;

– Ativam a circulação.

No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.

Como deve ser feito?

A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.

Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.

Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.

Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

Por que fazer alongamentos?

Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.

 Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.

Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.

Quando alongar?

É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.

Como alongar?

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.

            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.

 

 

FONTE: faac.unesp.br

EXERCÍCIOS FÍSICOS NO VERÃO: SAIBA COMO PRATICÁ-LOS COM SAÚDE


Não há como negar que o verão é uma das estações prediletas dos brasileiros. A combinação de praia, sol, mar e piscina é realmente convidativa. No entanto, assim como em qualquer outra estação, as pessoas que praticam exercícios precisam estar atentas, afinal, a exposição direta aos raios solares pode fazer mal para a pele e ainda prejudicar o rendimento nas atividades.

Diante disso, reunimos dicas importantes para que você saiba como praticar exercícios físicos no verão de um jeito que não comprometa o seu bem-estar durante o treino. Confira!

FAÇA UMA AVALIAÇÃO MÉDICA

As temperaturas elevadas exigem mais hidratação corporal, cuidados com a pele e, muitas vezes, tendem a desenvolver doenças cardiovasculares. Por esse motivo, somente uma avaliação médica é capaz de identificar o estado da sua saúde.

Antes de iniciar as atividades, procure um médico especialista, realize os exames de rotina e, a partir dos resultados, saberá se poderá ou não abusar dos exercícios durante o verão.

ATENTE PARA A ESCOLHA DOS EXERCÍCIOS

Não importa se você deseja perder peso, ganhar massa magra ou simplesmente melhorar o rendimento por meios dos exercícios físicos no verão. É de suma importância optar pelas modalidades que sejam adequadas ao seu objetivo e, principalmente, ao seu estilo de vida.

Apesar de parecer óbvio, a escolha do exercício influencia — e muito — no seu rendimento. Você deve verificar se tem mais aptidão e condicionamento físico para os aeróbicos, musculação ou simplesmente para caminhar ao ar livre. Existem infinitas modalidades que, além de serem efetivas, agradam diferentes tipos de perfis.

USE PROTETOR SOLAR DIARIAMENTE

Essa é uma dica que vale para todas as estações, mas especialmente para o verão. A exposição direta aos raios solares pode gerar problemas de pele, como queimaduras e até mesmo o câncer.

Na hora de escolher, prefira sempre o fator 30, que é o recomendado por especialistas — já que menos que isso não protege a pele com eficácia. Outro ponto de atenção é a aplicação, que deve ser feita a cada duas horas no rosto, braços e pernas.

TREINE COM MODERAÇÃO

Praticar exercícios físicos no verão significa respeitar os limites do próprio corpo. Afinal, as altas temperaturas deixam o corpo com sensação de cansaço mais rapidamente. Nesse momento, o ideal é descansar para não comprometer o rendimento. Treine, no máximo, 45 minutos por dia e aumente esse tempo conforme o organismo responde positivamente.

Inclusive, se você deixou os exercícios de lado durante o inverno, não é se expondo ao calor que vai conseguir recuperar o tempo perdido.

Outro ponto de atenção é com as atividades na areia. Elas devem ser evitadas no início, pois esse tipo de terreno costuma ser mais difícil para o corpo se acostumar, quando comparado a uma quadra ou asfalto.

HIDRATE-SE BASTANTE

Apesar de parecer uma dica óbvia para quem quer praticar exercícios no verão, nem todos respeitam isso à risca. Não espere sentir sede para beber água, pois a perda de líquidos e eletrólitos é maior quando as atividades físicas são realizadas no calor. Por hora, beba cerca de 300 ml de água — não vale consumir tudo de uma vez, beba pequenos goles durante o exercício.

Vale frisar que para manter o corpo hidratado devidamente, a água continua sendo o líquido mais indicado. Já as bebidas isotônicas são indicadas apenas para atividades que duram acima de uma hora.

ALIMENTE-SE BEM

Além de beber muita água, é muito importante se alimentar bem. Se você costuma comer menos no calor, evite que isso aconteça antes de praticar exercícios.

A dica é optar sempre por alimentos leves, como frutas e sucos, antes das atividades físicas. Durante a noite, prefira uma salada com proteína magra e grelhada, que é a melhor opção para deixar o corpo preparado para os exercícios.

EVITE TREINAR EM DETERMINADOS HORÁRIOS

Nos dias quentes de verão, o recomendado é iniciar as atividades físicas logo pela manhã, entre sete e oito horas, pois nesse período o clima é mais fresco e o sol não está tão quente.

Devido ao aquecimento global, a temperatura tem se elevado muito e os esportistas precisam tomar cuidado com os treinos realizados depois das dez horas da manhã. Esse horário, além de ser muito quente, pode fazer com que o atleta enfrente dificuldades por conta da baixa umidade do ar.

Se você não pode treinar de manhã, exercitar-se durante a noite também é uma boa opção. Nesse período o risco de doenças decorrentes da exposição excessiva ao sol é menor. Portanto, após as quatro horas da tarde as atividades estão liberadas.

ESCOLHA ROUPAS ADEQUADAS

Um dos segredos para praticar exercícios físicos no verão de uma forma saudável e confortável é a escolha das roupas. Opte sempre por tecidos que facilitam a absorção de suor, secam mais rápido e que não apertam muito.

As roupas mais claras e de tecidos leves proporcionam liberdade de movimento e não retêm tanto o calor. Escolha shorts, camisetas e meias do tipo dry-fit, um tecido inteligente e que é mais adequado para os dias quentes.

Para os pés, a dica é sempre a mesma: tênis para esporte sempre.

TREINE EM ACADEMIA PARA FUGIR DO CALOR

Praticar exercícios ao ar livre durante o verão exige uma série de cuidados e uma boa dica para fugir do calor é treinar na academia. O ambiente é climatizado, o que não compromete o rendimento, ao contrário dos treinos exteriores. Outra vantagem é que você não precisa esperar por um horário adequado e nem se preocupar com a exposição direta do sol.

Mesmo treinando em um ambiente fechado, é preciso continuar se alimentando e se hidratando adequadamente. E, claro, não se esqueça de se vestir confortavelmente.

O “projeto verão” de muitas pessoas pode ser comprometido por medidas inadequadas ao praticar atividades físicas nessa estação. Com as dicas que reunimos, o seu treino ficará muito mais seguro e proporcionará mais bem-estar ao seu dia a dia!

Gostou de conhecer as melhores práticas para aderir aos exercícios físicos no verão? Então assine a nossa newsletter, inserindo o seu nome e o seu melhor e-mail no campo direito da página, e receba conteúdos como este em primeira mão!

 

FONTE: blog.runway.com.br